Muitas pessoas fazem a vistoria mas registram de forma errada — e quando precisam usar o documento como prova, ele não tem validade. Neste artigo você vai entender exatamente o que precisa estar no laudo para ele funcionar.
📋 Um laudo sem data, sem identificação das partes ou sem fotos tem valor mínimo como prova. A forma como você documenta é tão importante quanto o que você documenta.
Nome completo e CPF do locatário ou comprador. Sem isso o documento não tem como ser atribuído a uma pessoa específica.
Para imóvel: endereço completo com CEP. Para veículo: marca, modelo, ano, placa e chassi. O chassi é especialmente importante pois é o identificador único do veículo.
A data precisa estar no documento — não só nos metadados das fotos. É ela que determina o estado do bem em determinado momento.
Fotos soltas não valem muito. O ideal é que cada foto esteja associada a um item específico — "parede da sala", "piso do quarto 1", "para-choque dianteiro". Isso facilita a comparação em caso de disputa.
Além das fotos, uma descrição escrita do estado de cada elemento — ótimo, bom, regular, com danos. Isso cria um registro textual que complementa as imagens.
Uma declaração assinada (ou com aceite digital) afirmando que as informações são verdadeiras. Isso dá peso jurídico ao documento e responsabiliza quem assinou.
Um código único ou QR code que permite verificar a autenticidade do documento. Sem isso qualquer pessoa pode alterar um PDF e dizer que é o original.
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Gerar laudo agora →O laudo digital tem a mesma validade legal que o impresso — e na prática é mais seguro porque tem timestamp, código de autenticação e não pode ser adulterado sem invalidar o QR code.
O laudo em papel pode ser alterado fisicamente, páginas podem ser substituídas e não tem como provar quando foi criado sem reconhecimento em cartório.